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No andebol eles nunca relaxam, agora querem uma medalha

Um exercício de finalização num treino do estágio da seleção nacional em Rio Maior
Um exercício de finalização num treino do estágio da seleção nacional em Rio Maior
José Fonseca Fernandes

Após o 4º lugar no Mundial, a seleção terá no Europeu a sua oitava fase final em nove possíveis desde 2020. A estreia acontece esta sexta-feira, contra a Roménia (17h, RTP2), seguindo-se a Macedónia do Norte e a Dinamarca na fase de grupos. Os jogadores e o selecionador querem colar-se a mais história. E já nem é o sonho que os comanda, é a pressão

Paulo Jorge Pereira está sentado, cicerone da reunião, com um computador portátil por diante na secretária. Projeta na tela gigante uma apresentação de vários slides enquanto fala, ora repousando os óculos na cana do nariz ou segurando-os na mão. Já discorreu sobre andebol, no ecrã surgiram bonecos com movimentos e nomes código de jogadas. O selecionador acompanhou-os com expressões técnicas: “aplanar” o defensor, fazer “o Barça” e o “Xico”, a “opção moskito”. Os pseudónimos são vários para o que há dentro do modelo de jogo da equipa. Quando é momento de falar no treino vindouro da tarde, o treinador menciona, en passant, que vão “fazer um pouco de futebol”.

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