Exclusivo

Portugal

Futebol para amassar toda a gente, liberdade aos jogadores e perspicácia tática: Jorge Jesus chega à seleção para cumprir Portugal

Jorge Jesus sagrou-se campeão saudita duas vezes nos últimos três anos
Jorge Jesus sagrou-se campeão saudita duas vezes nos últimos três anos
Abdullah Ahmed

Agora sim, meteu-se na “barafunda”. Jorge Jesus é o novo selecionador nacional e sucede a Roberto Martínez, substituído num processo relâmpago. Aos 71 anos, estreia-se ao comando de um país e vai liderar Portugal no ciclo que culminará com a co-organização do Mundial 2030. Antigos jogadores consideram-no “claramente a pessoa certa” para o cargo e veem na capacidade tática uma valência útil em grandes torneios. O espaçamento entre estágios ajudará a que a relação do balneário com o feitio particular não se desgaste. O técnico deixou o Al-Nassr após se sagrar campeão saudita com Cristiano Ronaldo e tem pela frente uma possível decisão histórica em relação ao capitão

Logo na chegada de Portugal ao aeroporto, após a eliminação nos oitavos de final do Campeonato do Mundo, Pedro Proença deu indicações para que o retrato-robô do sucessor de Roberto Martínez começasse a ser produzido. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) andava à procura de um perfil “consentâneo com aquilo que é a realidade”, alguém que “conheça muito bem o futebol português” e que “se identifique com esta dinâmica de vitória”. As características transmitidas permitiram definir Jorge Jesus como o suspeito a ser perseguido para o cargo de selecionador até 2030.

Comprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler

Tem alguma questão? Envie um email ao jornalista: fsmartins@expresso.impresa.pt