Faltou inspiração ao Sporting?
“A atitude esteve lá, é natural que a energia não estivesse tão alta. Há alguma malta que não está a 100%, muita também tem a parte da doença, outra parte adaptada, tivemos que andar a fazer alguma ginástica nas posições. Dentro daquilo que foi exigido e pedido a malta esteve lá, entregou-se ao jogo, sabíamos que seria difícil, contra um bom adversário, muito competitivo a jogar em casa, muito intenso.
Entrámos bem, fizemos golo, acabámos depois por falhar dois, três passes, deixámos o adversário ganhar confiança em três ou quatro transições perigosas e acabaram por chegar ao empate. Na segunda parte tentámos melhorar nalgumas coisas, principalmente na primeira etapa de construção, criámos três ou quatro situações de finalização junto da baliza do Santa Clara. Posso estar enganado, mas, no único remate à nossa baliza, o Santa Clara fez golo, com alguma sorte. Mérito deles. Depois chegámos aos 2-2.
No prolongamento, claro, com mais um jogador e eles fisicamente mais quebrados, tivemos a calma necessária para chegarmos aos corredores, haver mais cruzamentos, e chegámos à vitória.”
O lance do penálti
“Não vi, sou honesto, não vi imagem nenhuma. Não vou estar aqui a falar de lances do jogo. Foi uma vitória difícil, acima de tudo quero valorizar as duas equipas em campo, apenas e só isso.”
Sporting nos ‘quartos’ da Taça
“Queremos muito lutar por um troféu que é nosso, queremos continuar com ele, mas sabemos que temos de ultrapassar estas etapas. Esta hoje foi difícil, num campo difícil, contra um bom adversário. É valorizar isso, seguir e respirar. Temos de pensar no próximo jogo do campeonato, mais uma saída difícil.”
A conversa com Vasco Matos no final do jogo
“Estávamos a falar do futebol de uma forma geral, da individualidade de uma equipa e da outra, apenas e só isso.”
Tem alguma questão? Envie um email ao jornalista: piquete@expresso.impresa.pt