Chegou ao Pavilhão João Rocha e retirou o cartão de sócio da capa do telemóvel ornamentada com detalhes verdes e brancos. Enquanto decorria este procedimento, um sócio de idade mais avançada caiu ao seu lado. Antes de correr para a urna, apressou-se a ajudar o trepidante senhor.
Palavras só depois do salvamento. Após testemunhar o movimento à volta do João Rocha, agitação da qual fizeram parte o treinador de andebol, Ricardo Costa, e o treinador de basquetebol, Luís Magalhães, Bruno Sá confessou sentir uma “alegria muito grande” por ver “a romaria de sócios ao pavilhão”. “Isto é que é bonito.”
Satisfeito por “voltar a haver democracia” no clube, o candidato da lista A apelou ao voto. “É muito importante que venham votar: pelo Sporting, sempre.”
Sem exagerar na divulgação das medidas que quer implementar no Sporting, reforçou que “a essência do projeto é devolver o clube aos sócios”. De resto, foi um argumento que usou bastante no debate com Frederico Varandas, onde acabou por ouvir mais do que falar. “Peço um bocado de desculpa aos sócios. Tinha uma série de questões para fazer. Queria muito fazê-las por eles e por mim. Não expus tanto as minhas ideias.”
Após “meses desgastantes” a preparar o dia das eleições, tudo por “amor pelo Sporting”, Bruno Sá vai “desfrutar” de um “dia em família”. Por volta das 23h, saberá se será presidente ou se vai continuar na vigilância.
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