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Rui Borges: “O futebol é isto, também já ganhámos jogos aos 90’, 91’ e 92’, faz parte, é saber lidar”

Rui Borges a dar instruções aos jogadores do Sporting durante o encontro da 1ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, contra o Arsenal
Rui Borges a dar instruções aos jogadores do Sporting durante o encontro da 1ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, contra o Arsenal
Sports Press Photo

Finda a derrota (0-1) na 1ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, contra o Arsenal, o treinador do Sporting disse à Sport TV que a sua equipa teve as melhores oportunidades e conseguiu controlar os ingleses. Rui Borges ainda deixou um aviso: A eliminatória está em aberto, é fora de casa, é difícil, mas este grupo é dado a coisas difíceis, isso motiva-os ainda mais.

A análise à derrota

“Foi um bocado penalizadora por tudo aquilo que fomos capazes. Foi um jogo equilibrado acima de tudo, as melhores oportunidades de golo são do Sporting, o Arsenal em 90 minutos tem um remate à figura do Rui antes do golo e uma bola à trave, num canto. Fomos controlando o jogo, sinceramente estou muito feliz com a capacidade dos meus jogadores e da nossa equipa. Estou de consciência tranquilo por tudo aquilo que fizeram.

Uma pequena desatenção saiu-nos caro, acaba por ser frustrante porque foi aos 90’, mas o futebol é isto, também já ganhámos jogos aos 90’, 91’ e 92’, faz parte, é saber lidar com isso e focar rapidamente no jogo do campeonato.”

Esperava este jogo do Arsenal?

“Sabíamos muito bem aquilo que eles são capazes, em termos físicos são uma equipa que, quando acionava pressão, procurava o homem a homem, a fisicalidade individual ajudava-os muito a ganhar duelos e primeiras ou segundas bolas. É uma equipa bastante intensa. Mesmo assim, fomos conseguindo e não fugimos ao que somos. O Arsenal não teve grande soportunidades de golo, conseguimos controlar o jogo, às vezes, quando eles tinham posse, tinham superioridade na primeira fase de construção, mas nós tínhamos superioridade em termos defensivos. Se calhar por isso é que os fomos anulando. Mas a eliminatória está em aberto, é fora de casa, é difícil, mas este grupo é dado a coisas difíceis, isso motiva-os ainda mais.”

Faltou-lhe mais opções no banco?

“Para mexer de forma boa e contínua, para dar seguimento ao que o Gny e o Trincão estavam a fazer. Sabíamos que nesta fase final podíamos ter uma ou outra bola para sair em transição, precisávamos de gente fresca, que tivesse aceleração. O Quenda e o Luís Guilherme dão-nos essa qualidade técnica, velocidade e verticalidade em alguns momentos. Oxalá recuperem rápido.”

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