Desconfiança
“São duas partes distintas. Grande 1ª parte nossa, não deixámos o Vitória ter bola ou andar perto da nossa baliza. Chegámos aos golos com qualidade e metemos intensidade. Na 2ª parte a energia cai e ficámos muito permissivos, muito macios, mesmo em espaços curtos com reações não fortes. É algo que temos de continuar a trabalhar porque não queremos que a equipa baixe o ritmo e venha para trás, queremos ser pressionantes. Mérito também do Vitória que com o 3-1 ganhou ânimo extra e nós ficámos meio abananados e a entrar na desconfiança. É uma equipa jovem, vamos ter muitas dores de crescimento, mas vamos ter de crescer rapidamente. A ganhar 3-0 em casa não podemos acabar 3-2 e com desconfiança. Temos de ser mais competitivos nas segundas bolas e nos duelos para termos mais clareza no momento ofensivo. Temos de melhorar isso”
Substituições
“A substituições são feitas quando estamos a sofrer o 3-1, é coincidência. Quando as substituições são feitas tentamos sempre passar uma energia nova, manter a intensidade. Umas vezes conseguimos, outras não, mérito do adversário por vezes. Faz parte do processo coletivo que vamos ter de ter, com todas as mudanças que houve. A qualidade de jogo não vai ser igual à da época passada e vamos ter de crescer com os erros e com as dificuldades”
O que chega das bancadas
“Quando o Sporting foi campeão a energia era sempre muito positiva, o ambiente era muito bom e nestes momentos é importante os adeptos apoiarem. Mas também nos cabe a nós puxá-los. Acho que fizemos isso na 1ª parte, mas nos momentos em que não estamos tão bem também precisamos que eles nos apoiem. É isso que eu peço, mas faz parte essa desconfiança, até pela 1ª jornada”
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