A goleada
“Um jogo muito competente da nossa parte, é tão simples quanto isso. Sabíamos do que o Rio Ave é capaz, da sua forteleza, das bolas diretas, dos quatro homens que têm na ferente para criarem situações de quatro para quatro; muito atléticos e tecnicamente evoluídos. Estivemos muito competitivos nas primeiras e segundas bolas. Depois, conseguimos encaixar o nosso jogo e, com qualidade, ter golos. Podíamos ter feito mais um ou dois, nem deixámos o Rio Ave acreditar que podia fazer um golo.
Não podia estar mais satisfeito com a seriedade de todos: manter a energia e a qualidade durante 90 minutos e, acima de tudo, não sofrer golos.”
A equipa sente menos dores de crescimento?
“Vamos ter, este jogo não quer dizer que já está tudo bem - nem os outros jogos queriam dizer que estava tudo mal. Há coisas a melhorar, muitas, e com o tempo vai acontecer, vamos ser mais fortes e consistentes. Tenho um grupo que gosta de trabalhar e é sério no trabalho, quer muito competir. Nem tudo foi bem feito hoje, foram apenas três pontos, é focar já no próximo jogo e ter a mesma entrega diária durante a semana.”
Suárez, Geny e o mercado
“É prova dos grandes jogadores que são e sempre foram e jamais deixarão de ser. Aquilo que o mercado mexe é natural, já o disse: o Sporting é uma grande equipa, com grandes jogadores, é natural que se fale neles.”
Qual foi a ideia de ter Suárez e Ioannidis em simultâneo?
“É algo que pode acontece como noutros jogos, o Luis estava bem no jogo frontal, de apoio, a ideia era manter essa qualidade e ter mai sum homem agressivo a atacar a área. Fiquei com pena por o Fotis não fazer o golo em duas situações, mas deram uma boa resposta.”
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