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Os melhores tenistas do mundo andam à bulha com os Grand Slams por mais dinheiro. John McEnroe tem uma sugestão: boicotem os torneios

John McEnroe a preparar-se para bater uma bola em Roland-Garros, num jogo de exibição em 2025. Como jogador, o norte-americano lá disputou uma final, em 1984
John McEnroe a preparar-se para bater uma bola em Roland-Garros, num jogo de exibição em 2025. Como jogador, o norte-americano lá disputou uma final, em 1984
Tim Clayton

Há cerca de um ano que os tenistas de maior renome, entre eles Djokovic, Sinner, Sabalenka ou Gauff, criticam publicamente as organizações dos Grand Slams pela reduzida fatia das suas receitas que são distribuídas em prize money para os jogadores. Vencedor de sete majors, John McEnroe defende, em entrevista, que a situação só vai realmente mudar quando houver um boicote “a um ou dois” slams: “É uma absoluta anedota a percentagem que os jogadores recebem hoje.”

A causa tem barbas, longe está de ser agora e quarta-feira trouxe outra pitada de novidade: dali por dois dias, quando os 256 tenistas, divididos a metade entre homens e mulheres, tiverem que cumprir os deveres perante a imprensa em Roland-Garros, os nomes escolhidos pela organização para estarem em conferências de imprensa apenas vão falar aos jornalistas durante 15 minutos. Contado esse tempo, cada um levantar-se-á da cadeira e abandonará a sala.

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