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Ténis

Chegámos a Roland-Garros, onde “neste momento ninguém sabe como há de jogar“ contra Jannik Sinner

John McEnroe a disputar uma bola na rede em Roland-Garros, durante a única final que lá jogou, em 1984: perdeu contra Ivan Lendl
John McEnroe a disputar uma bola na rede em Roland-Garros, durante a única final que lá jogou, em 1984: perdeu contra Ivan Lendl
Steve Powell

Sem Carlos Alcaraz, lesionado num pulso, o Grand Slam da terra batida que arranca no sábado parece ser uma porta escancarada para Jannik Sinner, que acabou de ganhar todos os Masters aos 24 anos. Sem o rival espanhol, John McEnroe, além de querer celebrar as sete decadas do amigo Björn Borg em Paris, não espera que algum tenista chegue ao nível do italiano. No quadro feminino, o vencedor de sete majors e hoje comentador concede que a melhor história seria Elina Svitolina conquistar Roland-Garros, logo este que o seu marido escolheu para se despedir do ténis

Os óculos estão pousados na cana do nariz, refletem por vezes as cores do ecrã do computador que tem na secretária. A cábula não varia, parece ser ora o ranking masculino ou o feminino, a idade de John McEnroe vai generosa, ele está grisalho no pouco cabelo, quase de 70 anos. Quando a pergunta assenta em Coco Gauff, recém-derrotada em Roma onde sucumbiu à pressão na final do Masters, o norte-americano varre o top 10 feminino com uma breve consideração sobre cada jogadora, um, talvez três adjetivos para cada, numa lógica de valorizar as odes da compatriota para Roland-Garros.

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